No Pais do ALiCE e no Facebook

sábado, 23 de agosto de 2008

3 dias sem internet!!!

Pois eh, como eu suspeitava, nao tem wireless no outro hotel. Ou melhor, tem, mas custa 5 euros/minuto!!! Como pode, um hotel de baixo custo, que tem banheiro no corredor (triste), cobrar wireless a preco de hotel 5 estrelas? Depois falam dos portugueses...

Alias, agora estou postando porque pra ir almocar acabei alcancando a malha de transporte publico de Genebra e acabei dando uma esticadinha ateh o CERN. Eu lembrava de uns computadores "publicos" ao lado do escritorio de usuarios e de fato funcionam! Soh que naum tem acento... (deu pra perceber, neh?) Tambem nao tem entrada USB, logo nao rola de colocar fotos por enquanto. Como eu provavelmente nao virei ao CERN amanha, ficarei sem postar ateh segunda (pelo menos).

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Rolê de Bike


Sábado, 16/08, foi o primeiro dia inteiro que tive a bike em minhas mão. Como a previsão do tempo era boa, combinei com o pessoal da Unicamp de darmos um rolê de bike por Genebra, pois eles também tinham conseguido as bikes deles recentemente.

De fato a previsão se concretizou, e o dia foi muito bonito mesmo. Mas, como alguns de nós estavam um tanto sedentários, foi um pouco difícil, mas valeu. Na foto, os "atletas" que me acompanharam, David e Bárbara.

Fim de shift e mudança indesejada

Ontem foi o último dia de shift. Fiquei na equipe que cuida da segurança e operação dos detectores do ALICE. Como o LHC ainda não começou a funcionar, dá pra imaginar como foi monótono.

Mas o pior mesmo é a mudança indesejada que serei obrigado a fazer. Aliás, na verdade, já comecei. O apartamento que reservei para morar só fica livre segunda, 25/08, assim eu pretendia ficar no hotel até a manhã deste dia. Pretendia, pois quando fui fazer a reserva até a noite de domingo, 24/08, fui informado que o hotel já estava lotado para o final de semana que começa amanhã, 22/08. Ou seja, vou ter que arrumar outro lugar pra morar, por apenas 3 noites...

Isso não seria um grande problema se a bagagem não fosse extensa. Estando sem carro, fica difícil ficar carregando 2 malas e 2 mochilas, que variam de 5 a 33 Kg. Por isso, eu comecei a mudança hoje! Levei a mala maior e uma das mochilas pro apartamento de 3 brasileiros da UNICAMP. Elas devem pernoitar no apartamento deles pelo menos até amanhã, quando farei o check-in.

Aliás, o novo hotel tem toda a pinta de ser mais fuleiro que esse aqui, então acredito ser bem possível que não haja acesso a internet, o que mais uma vez vai comprometer as postagens no blog.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Ainda sobre o Chillon

Esqueci de colocar um detalhe muito interessante. O Chillon inspirou obras literárias de Lord Byron e Mary Shelley (em inglês, mais completo), numa viagem de barco que estes, mais o marido dela (então ainda noivo), fizeram ao Castelo no início do século XIX. Dessa visita, as obras inspiradas foram O Prisioneiro de Chillon (Byron) e, nada mais nada menos do que Frankenstein (Mary Shelley).

Castelo de Chillon

O shift hoje está muito devagar, então resolvi terminar esse post que comecei no domingo.
Seguindo a seqüência ainda fora de ordem, esse post apresenta agora o passeio que eu fiz ao Castelo de Chillon, no sábado 02/08/08.

Fomos eu, o Diogo e o Guilherme, este novamente gentilmente nos levando pra cima e pra baixo. Chegamos relativamente cedo, pois o local é concorrido. De fato, na saída rolava uma certa "muvuca" pra entrar.

O Castelo, que fica próximo à cidade suíça de Montreux, é muito bonito e tem uma história realmente interessante. Ele foi construído sobre uma rocha que aflora na superfície do lago Genebra, a alguns metros da borda do lago. Isso é interessante do ponto de vista estratégico para uma fortaleza, pois cria um fosso natural, aumentando seu poder defensivo. O outro lado da rocha é uma espécie de "abismo submerso", pois tem dezenas de metros de profundidade, além desse lado da pedra ser íngrime como uma parede. Isso, mais uma vez, reforça a capacidade defensiva do Chillon.

O Castelo - assim como vários outros - foi construído em etapas. em outros tempos era parcialmente destruído em batalhas, depois reconstruído, ampliado, etc., até chegar à sua forma atual no século XIX. Ele foi entre posto comercial, prisão e fortaleza (e talvez algo mais que a ausência do folhetinho agora não me permite lembrar).

Para adentrar o castelo obviamente precisa pagar. O ingresso custa 12 francos suíços (CHF) para adultos e estudantes pagam 10 CHF. Como o Diogo e o Guilherme são estudantes, pagaram 10 CHF. Eu fui na cola e paguei 10 CHF também...

Chegando lá pudemos visitar praticamente tudo no Castelo. Fomos às masmorras onde ficavam os condenados, criminosos e presos políticos ou ideológicos. Na parte subterrânea ainda, havia a parte de mercearia, estoque de alimentos, etc. Subindo, chegamos à parte habitada pelos nobres senhores do castelo, no caso os duques de Savóia (outras grafias possíveis são Sabóia ou Savoy). O cara devia ser muito rico! Visitamos as partes que eram usadas como residência de verão uma e a outra de inverno. Lareiras gigantescas! Em um dos lugares tinha até um cardápio de banquetes, e umas receitas de pratos da época.

Como toda residência, nesse castelo não poderia faltar também a área mais íntima, ou seja, o lugar da "higiene". Essa parte mereceu um parágrafo especial, pois é muito curioso a atenção dedicada a esse ponto por quem administra o castelo. Vimos uma sala de banho com uma banheira primitiva (para nós) e muito chique (para a época). Em seguida fomos ao cagódromo! Sim, não tem como ter outro nome! Era um banco de madeira, com dois buracos (que você já deve imaginar pra que serve). Um buraco do lado do outro!!! Hoje em dia, quando o cara precisa discutir alguma coisa com o subordinado o cara leva o cara pra tomar um café. Naquele tempo, o cara chamava o indivíduo pra "bater um barrão"! E o mais legal era que esse cômodo, ficava bastante alto e os burcos dessa nobre retrete caíam em uma espécie de túnel vertical, que terminava nas águas do lago. Parecia um lançador do b....! O Diogo chamou de corneta de peido, pois devia dar um eco... Pelo menos esse esquema não rolava de a água bater na bunda. Outra coisa curiosa ainda neste cômodo era a amostra de obras de arte escatólogica daquela época.

Deixando de lado a escatologia, prosseguimos a visita às partes do castelo que tinham função defensiva. Alças de tiro de flechas, bacamartes, canhões, azeite fervente, etc. Isso sim é que se pode chamar de fortaleza! Chegando ao topo, no alto da torre mais alta, a vista foi espetacular. Para todos os lados pode-se observar os flancos do castelo, numa verdadeira visão estratégica. Do ponto de vista puramente turístico, um show: o lago, suas praias, os alpes, barcos a vela... Enfim, se existe algum lugar em que a expressão "primeiro mundo" se aplica, eu não consigo pensar em melhor lugar.

Depois descemos cansadíssimos e esfomeados. Fomos comer em Montreux, à beira do lago Genebra! Quer coisa mais chique? Basta pedir caviar, porque a gente foi no supermercado e compramos baguete, frios e queijos, refrigerantes e pegamos uma mesa do McDonalds na cara-dura. Mas mesmo assim foi bom, porque os frios, os queijos e as baguetes que a gente comprou eram muito boas. O problema mesmo foi apoiar a comida naquela mesa ao livre, pois logo vimos que tinha uns pombos por ali. E sabe como é onde tem pombos... (a escatologia continua).

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Shifts

Hoje é o meu primeiro dia de shift. Somando tudo vou trabalhar umas 15 horas/dia em média nos próximos 3 dias, assim a atualização aqui vai ficar prejudicada. Mas assim que eu tiver um tempinho, posto de novo.